Durante a pandemia, 70% das empresas de pequeno porte passaram a vender por canais digitais

Durante a pandemia, 70% das empresas de pequeno porte passaram a vender por canais digitais

Para se manter no mercado, os empreendedores adotaram em definitivo as redes sociais

A pandemia da Covid-19 gerou uma crise sem precedentes no mercado mundial e grande parte das empresas precisou recorrer ao comércio eletrônico para enfrentar essa situação.

A 9ª edição de uma pesquisa elaborada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), chamada “O Impacto da Pandemia de Coronavírus”, percebeu que, a cada 10 empresas, 7 delas usam aplicativos, redes sociais ou a internet para alavancar suas vendas.

Esse número era de 59% no início da pandemia, em maio.

O aumento no número de vendas

Com o uso das redes sociais, setores como educação e construção civil viram o volume de empresas ativas aumentar em até 20%. Outros segmentos tiveram aumento ainda maior no número de seus negócios, como o setor de energia, que apresentou crescimento de 37%.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, os pequenos negócios tiveram que inovar e mudar sua forma de divulgar e vender seus produtos e serviços, principalmente por conta das restrições de abertura e isolamento, o que fez com que a internet se tornasse uma das principais aliadas na sobrevivência de muitas empresas no país.

As principais plataformas digitais

A plataforma mais buscada pelos empreendedores que inseriram seus negócios no mundo virtual é o Whatsapp, com cerca de 84% dos adeptos. Artesanato, Moda e Beleza são os segmentos que mais buscaram esse recurso durante a pandemia.

Em seguida, com 54% e 51%, vem o Instagram e o Facebook, respectivamente. Negócios que se utilizam de site próprio para divulgação e vendas estão presentes em apenas 23% do ambiente virtual.

A pandemia também impactou as micro e pequenas empresas

A pesquisa também apresentou outro dado importante: 55% das micro e pequenas empresas usam ferramentas de gestão, já entre os microempreendedores individuais (MEI) esse número é de apenas 25%.

Isso demonstra que as micro e pequenas empresas, por utilizarem ferramentas mais voltadas para a gestão dos seus negócios, usam a digitalização de forma mais profissional do que os microempreendedores individuais (MEI).

Fonte: http://bit.ly/2M8sxoH 

Imagem: https://www.fecomercio.com.br/

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